OK, agora esperem que eu vou assistir à corrida que está do caralho! Depois eu termino o post =D Apesar da data celebrar outras coisas além do Dia das Crianças, é também uma data importante para a história do Brasil (e do mundo) como por exemplo a fundação do Banco do Brasil, declaração oficial da Independência do Brasil a Portugal, etc. Não esquecendo, claro, que em 12 de outubro é feriado (nacional) em homenagem à Nossa Senhora de Aparecida, padroeira do Brasil. Mas o assunto aqui vai tratar das nossas queridas e adoráveis crianças.
O Dia das Crianças é, para o comério (e para as crianças também), a segunda data mais importante para o comércio, ficando atrás apenas do Natal. Os pais também devem adorar a data, apesar de gastar uma bela grana, pois os pentelhos as crianças ficam uma semana inteira perfeitamente comportadas.
Bom, eu sei que não deixei meu nome para fazer parte do Dia das Crianças na Blogosfera sugerido pelo Harison do Cogumelo Louco. A idéia é que cada blogueiro conte um (ou mais) momento doido da infância e que você tenha aprontado.
Eu, nerd desde criança, resolvi escolher um episódio que aconteceu em algo que em João Pessoa nós chamávamos de Play Time. Não sei bem o nome que dão aqui pra baixo, mas eram aquelas casas de jogos antecedentes às Lan Houses onde você pagava R$1,00 para jogar 1 hora no videogame, geralmente Playstation.
Bom, era uma linda tarde em um lindo final de semana e resolvemos fazer um campeonato de Winning Eleven 3 Final Version (clássico) e o vencedor ganharia um hiper mega e suculento picolé de limão. Uma parada extremamente organizada de pontos corridos. Começamos o campeonato, e eu com meu super talento para jogos eletrônicos, fui detonando os adversários sem muito esforço, empatando ou perdendo algumas poucas partidas. Mas, tinha também o Ailton, outro amigo que era bom no jogo e estava caminhando bem durante o torneio.
Enfim, chegou a minha última partida, estava próximo do final do jogo e o placar permanecia no inicial 0×0, quando de repente, ganho um escanteio. Não lembro exatamente o que eu fazia, mas isso era fatal. Escanteio = Gol. Fiquei feliz, cobrei o escanteio, fiz o gol e esperei o final do campeonato. Até que chegou a partida desse outro amigo que estava vindo muito bem, ele precisava perder ou pelo menos empatar a partida para eu me consagrar campeão \o/
Quem jogava com ele era outro amigo meu que se chamava Ricardo se eu não estiver enganado. O cara tinha a minha idade, mas parecia ter 2 metros de altura. Era uma dessas crianças super desenvolvidas que você encontra por ai. Pois bem, a partida entre Ailton e Ricardo foi também muito tensa como a minha, e eu estava ansioso para ganhar meu picolé. O jogo estava empatado (não lembro se 0×0) também já próximo do final, e eu cada vez mais nervoso e, de repente, o filho da p*** do Ricardo faz um pênalti nada a ver. Fiquei furioso, não esperei nem o cara cobrar o pênalti e já comecei a esmurrar as costas desse Ricardo que, como eu já falei, parecia ter uns 2 metros de altura perto de mim. Esmurrei o infeliz com todas as minhas forças e ele estava lá rindo, levantou e me deu um empurrão, caí sentado no chão como era de se esperar.

Fiquei indignado. Não por ter perdido o picolé, isso era o menos importante. Mas um título de campeão em Winning Eleven conta muito no currículo de qualquer garoto, e eu fiquei em segundo =(
Histórias de infância todo mundo tem aos montes e não dá para colocar tudo em um post ou falar em 1 dia. Como também não dá para selecionar apenas 1 histórinha como a melhor. Contar histórias é meio cansativo
Portanto, faço a proposta de estender o assunto durante toda a semana da criança. Será que alguém vai ver? Eu pretendo fazer pelo menos um post por dia contando um episódio que marcou os meus dias de quando era um molequinho nas ruas de barro em João Pessoa na Paraíba. Foi bom relembrar isso
Quem ainda não comprou o mimo para a criançada, veja uma lista de sugestões de presentes para crianças que o Blog do CTRL+C fez especialmente para a data.








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