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Com alteração, usuário poderá selecionar programa padrão de buscas no computador.
Mudanças são resultado de uma queixa feita pelo Google em dezembro.
A Microsoft concordou em modificar seu sistema operacional Vista em resposta a queixas de que sua função de buscas no disco rígido de computadores coloca em desvantagem o Google e outros potenciais concorrentes, anunciaram o Departamento da Justiça e a Microsoft nesta terça-feira (19).
Sob um acordo com o departamento e com 17 secretários de justiça estaduais e do Distrito de Columbia, a Microsoft vai incluir no Vista uma opção que permite aos usuários selecionar seu programa padrão de busca em computador, para as máquinas equipadas com Windows. A função, conhecida como busca instantânea, permite que usuários do Windows façam buscas e obtenham uma lista de retornos ligados ao disco rígido de suas máquinas.
O acordo foi tornado público como parte de um relatório conjunto que o Departamento da Justiça e a Microsoft apresentaram ao tribunal que supervisiona o cumprimento, pela Microsoft, do acordo judicial que encerrou, em 2002, um grande processo antitruste contra a empresa. Um funcionário da Microsoft disse que a empresa também se comprometeu a inserir links na janela do navegador Internet Explorer e no menu de navegação "Iniciar", para facilitar aos usuários o acesso ao serviço padrão de busca em máquinas.
As mudanças são resultado de uma queixa que o Google apresentou ao Departamento da Justiça em dezembro, na qual alegava que o recurso de busca em computador incluído no Vista não deixava espaço para aplicativos concorrentes.
Atualização
As mudanças serão introduzidas em uma atualização do software Windows Vista. A Microsoft também anunciou que uma versão de teste do Vista Service Pack 1 estará pronta antes do final do ano.
Sob os termos do acordo, a Microsoft prometeu oferecer informações técnicas adicionais a outros produtores de software, como o Google, a fim de otimizar o desempenho de seus serviços de busca em máquina no Vista.
"Essas retificações são um passo na direção certa, mas precisam ser ainda mais reforçadas a fim de oferecer aos consumidores maior acesso a provedores alternativos de busca em máquina", afirmou David Drummond, diretor jurídico do Google, em comunicado.
Fonte do CTRL+C: G1.com.br
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